Chegamos ao fim da primeira temporada de The Wolf Among Us

Telltale games nos presenteando com mais uma obra prima do mundo dos jogos, chagamos ao Season Finale da avantura de Bigby Wolf

O efeito Telltale Games!

Uma produtora em alta que tem um marco na história dos games com o adventure tematizando no universo de The Walking Dead, mas o que esperar das atuais produções da empresa?

F2P realmente valem a pena?

Qual o poder dos jogos gratuítos sobre o entretenimento dos gamers? Valem a pena?

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quinta-feira, 10 de julho de 2014

O porquê dos jogos não poderem ser considerados para crianças

Jogos eletrônicos surgiram já a algum tempo, em meados da década de 70 pode-se ter contato com os primórdios desse tipo de entretenimento. Sem dúvidas, os primeiros jogos em sua maioria eram voltados pra um público infanto-juvenil. Com enredos simples e nada de grande impacto para fazer com que fosse inapropriado para crianças.
Até o famoso, aclamado e glorioso Super Nintendo ainda tínhamos títulos se enquadrando nesse estilo de público. Super Mario, Mario Kart, Donkey Kong, Prince of Persia e muitos outros, eram jogos que prezavam pela diversão e não por seus enredos, e devido a simplicidade gráfica os jogos se tornavam brinquedos para as crianças da época.
Claro que tal fato não perdurou. Com a chegada do PSOne o cenário começou a mudar, a Sony claramente já havia chegado com uma proposta mais madura para os jogadores. Existem quatro títulos que para mim marcam esse "amadurecimento" da indústria, todos eles extremamente criticados em seus lançamentos justamente por trazer cenas e temáticas pesadas para o publico mais jovem. São eles:

• Mortal Kombat 


O jogo de luta dos Arcades lançado em 92 sem dúvidas foi chocante! Nenhuma mãe gostaria de ver o seu filho arrancando a coluna de uma pessoa na tela de um fliperama. Até por que o jogo era todo em Real Action! Esse foi um dos primeiros que realmente movimentou a indústria dos jogos para um enfoque mais adulto. Tanto que a censura por idade da ESRB surgiu devido ao impacto de MK sobre o público.

Phantasmagoria



Jogo de terror... Real Action... cena de estupro ... sim é isso que Phantasmagoria nos apresenta. Agora imagina apresentar tudo isso em pleno 1995? O game foi bombardeado pela critica especializada e proibido em MUITOS países. Sinceramente, o foco foi totalmente na cena do estupro que a protagonista sofre, mas a cena é apenas sugestiva, ela sugere aquilo. Nada de sexo explícito no jogo, para mim a cena em que vemos detalhadamente um assassinato utilizando um funil, uma pá de pedreiro e terra preta é bem mais impactante.

Resident Evil


Jogo de PSOne lançado após os dois outros chocantes títulos citados acima. Os primórdios da franquia RE foi inesquecível e assustador. A cena em que encontramos pela primeira vez um zumbi é marcante na vida de qualquer gamer da época. 
Nessa etapa já temos um título em 3D que arrepia a cada momento e foca TOTALMENTE em um público mais adulto. Eu lembro de não ter coragem de se quer chegar perto da TV quando alguém estivesse jogando RE.

 Silent Hill



Esse sim não há o que falar. A carga do enredo do primeiro Silent Hill perturba, e muito. Cada momento que vivemos na cidade sombria é arrepiante e se tivermos um real entendimento dos fatos apresentados talvez tenhamos certos pensamentos macabros por um tempo. Lançado em 1999 SH nos mostrou que um jogo pode e deve apresentar um enredo bem trabalhado, e nesse caso, muito sombrio. 
A partir daqui temos uma série de jogos que são totalmente voltados para o público adulto, tendo esse tipo de mercado dominado os lançamentos futuros.

Era PS2 

Com a chegada do console mais vendido de todos os tempos passamos por um amadurecimento ainda maior. E o grande marco de tal coisa é sem dúvidas o lançamento de Grand Theft Auto III. A liberdade que o jogo te oferecia era inacreditável na época e, ainda por cima, fazíamos tudo na pele de um criminoso, podendo assim, roubar, matar e até mesmo transar com prostitutas e mata-las em sequência para pegar o dinheiro de volta. O jogo marcou e abriu os olhos de muitas pessoas para o fato de que jogos não eram mais coisa para crianças. 
Outro famoso título que marca uma agressividade e apelação sexual extrema é God of War, com um toque de nudez e assassinatos com muito sangue e violência, Kratos marcou era e caiu nas graças dos jogadores. Mas como falado os jogos do Fantasma de Esparta são totalmente adulto.

Era PS3/X360

Muita gente pode afirmar que os capítulos das sagas God of War e Gears of War são marcos da violência gráfica dessa geração ou até mesmo os quatro títulos de GTA que temos disponíveis para os consoles. Sim esses jogos são violentos ao extremo, porém a franquia que dita uma nova era para jogos e amadurece mais ainda a mídia é BioShock. Aqui não temos assassinatos nem sexo como tema central, e sim um enredo forte, macabro e com inúmeros questionamentos políticos e religiosos. BioShock 1 e o Infinite deixam a todos de boca aberto com tramas muito bem elaboradas e reais questionamentos criados no subconsciente de quem joga pelos acontecimentos do jogo. 

Digo que isso é maduro pois garanto que pessoas com menos de 15 anos dificilmente irão compreender as histórias de tais jogos. Não menosprezando ninguém, mas que por se tratar de um jogo 100% adulto é necessário algumas aulas de filosofia para acompanhar o raciocínio da Irrational Games.

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Vemos que a cada ano passamos por um crescimento de pensamento e surgimento de jogos cada vez mais complexos. Pessoalmente, sou fã de jogos com enredos adultos e complexos, não tanto de jogos com extrema violência, mas se isso for um complemento para uma boa história, eu gosto. 
Espero que cada vez mais tenhamos títulos como BioShock, Red Dead Redemption, The Last of Us entre outros. Jogos que nos contam algo maduro e emocionante, causando um grande impacto a cada frame do game.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Títulos Free to Play valem a pena?

Jogos são a grande paixão de boa parte da geração mais jovem, mas infelizmente, eles nos custam nossos suados salários e em certos momentos nos pegam uma boa parcela do mesmo. Existem saídas sim para dar uma folga para o bolso e mesmo assim se divertir com mundos virtuais, e essa solução são os Free to Play.
Pra quem não sabe Free to Play, ou para os íntimos F2P, são jogos onde não se precisa pagar nada pra começar a jogar, basta fazer o download do conteúdo e muitas vezes criar uma conta já que a maior parte dos títulos nessa situação são onlines.

Mas qual a situação atual do gênero?


Sempre tivemos grandes exemplos de jogos Free que cativam o público, as vezes ganhando até de super produções que são vendidas por preços exorbitantes, principalmente aqui no Brasil. Um título não tão atual mas que mostra a força que jogos Free podem ter no mercado é o AMADO, ADORADO e ACLAMADO Team Fortress 2! Jogo FPS desenvolvido pela gloriosa Valve que desenvolve um padrão de jogo um tanto diferente dos demais jogos de tiro conhecidos. Adicionando várias classes e cada uma com uma forma de se jogar totalmente diferente da outra. 
TF2, como é popularmente chamado, a anos figura entre os jogos mais jogados do Steam e está sempre conquistando novos jogadores. O game é totalmente free, existem alguns itens para serem comprados com dinheiro real, mas são meros luxos, nada necessário para arrancar muitas cabeças em Team Fortress 2.

Outro exemplo bem atual e que mostra o poder dos F2P é um jogo desenvolvido em Unity e disponível gratuitamente para ser jogado pelo Facebook, falo do Red Crucible 2.
Com gráficos simples e uma mecânica que lembra de longe um pouco do que é mostrado em BF, RC2 é uma ótima alternativa para jogadores que não possuem requisitos mínimos para rodarem jogos de última geração ou aqueles que apenas não estão com vontade de gastar seu rico dinheirinho em algum jogo novo. Sendo outro FPS, podemos notar a força que o gênero tem sobre jogos Free, Red Crucible 2 é um jogo divertido e muito bom de ser jogado com amigos, pois - como já dito antes - ele é rodável em praticamente qualquer computador da atualidade, basta ter o plugin do Unity3D instalado na máquina (coisa que o jogo faz automaticamente quando iniciado pela primeira vez).


Infelizmente tudo tem seu lado ruim...

Por serem Free, a fiscalização interna dos servidores se torna muito mais difícil, pois, diariamente, se tem milhares de novas contas sendo criadas. Isso facilita e muito a vinda de Hackers para atrapalhar a diversão da maioria dos jogadores. Nesse quesito podemos citar dois jogos que foram ou são muito afetados pelo uso de Cheaters principalmente em servidores brasileiros, são eles:

Combat Arms


Olha, mais um FPS! CA é um ótimo jogo, sim! Os gráficos são satisfatórios para um título gratuito e os modos de jogo são muito divertidos, possui uma comunidade sólida e fiel de jogadores que deixam o título muito atraente... porém... É muito difícil entrar em uma sala aberta que não haja alguém matando pelas paredes, voando, andando muito rápido entre outras coisas. Por isso o jogador se vê obrigado a ter um grupo fechado de amigos in-game para que assim fechem uma sala com senha e se possa jogar tranquilo. 
Outra alternativa para driblar os Hacks seria o chamado Moderador de Elite, só que para comprar tal título e poder expulsar qualquer um das salas que você cria, já exige que desembolsemos dinheiro real com o jogo, e esse não é o propósito do que está sendo falado aqui.

GunBound

Aaah GunBound! As inúmeras boas lembranças que tenho sobre esse jogo de batalhas por turnos são incríveis. O jogo teve seu auge no Brasil por 2005 ~ 2006 e cativava a todos. Funcionando com uma mecânica muito parecida com o aclamado Worms, GB tinha uma das comunidades mais fanáticas pelo game que eu já vi.
Mas infelizmente com o tempo foram aparecendo programinhas que davam certas vantagens para quem os usava. Como por exemplo, ser sempre a vez do utilizador do Hack... sinceramente quem em sã consciência achava que alguém ia ficar na sala apenas assistindo o cara jogar sozinho e matar todo mundo? Após o aparecimento desses softwares ilegais para o jogo e que a produtora não conseguia acompanhar o desenvolvimento deles para bloqueá-los, a comunidade do game foi caindo e se viu a quada de toda a popularidade do jogo.
Hoje GunBound está na sua Season 3, mas nem de longe possuí a sólida comunidade da sua primeira temporada.


Mas é claro que nem é tudo culpa dos jogadores...



Muitos jogos que se dizem Free to Play na verdade são pseudo F2P, pois é gratuito apenas para começar a jogar já que logo em seguida para progredir somos praticamente obrigados a desembolsar dinheiro na compra de itens mais potentes ou boosts para nosso personagens. São os chamados Pay to win.
Sempre que escuto esse termo me vem na hora um game na cabeça, Metin2. Um RPG de ação que mistura elementos do gênero Hack 'n Slash com RPG e cria um universo incrível. Só que após o nível 40 o jogo se torna mais difícil a cada nível, tentando obrigar a comunidade a comprar o Cash do game, que não é nada barato. Atitudes como essa atrapalham o bom desempenho que o jogo poderia ter no mercado e incentiva o uso de programas ilegais.

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Temos muitos títulos de qualidade e que são totalmente gratuitos! Então devemos entender o bom uso desse tipo de coisa e respeitar a comunidade, incentivando - de forma honesta - o bom andamento do jogo.

Outros jogos disponibilizados de forma gratuita

League of Legends
Dota 2
Dust 514
DC Universe Online
Tera Online
Gunz: The Duel 2
Spartacus
Tibia
Mu!Online
Knight Online

terça-feira, 3 de junho de 2014

Call of Duty ou Battlefield ?

Existe muita briga entre os fãs de FPS nos dias de hoje, mas sem dúvidas, destacam-se os fanáticos jogadores de Call of Duty, COD para os mais íntimos, e Battlefield, abreviado para BF.
A sigla FPS significa First Person Shooter, traduzindo: Tiro em primeira pessoa. Aquele sempre amado gênero que surgiu com o lendário Wolfenstein 3D. Com o tempo o gênero ganhou muitos amantes e hoje -sem dúvidas - é o mais amado no mundo dos jogos virtuais.
Com todo esse aumento de popularidade, obviamente surgiriam grandes franquias e, atualmente, são as citadas anteriormente.

Diferenças entre os jogos

COD é um jogo frenético, com partidas rápidas e que exigem reflexos apurados e não preza tanto pelo realismo do que está acontecendo, controlamos super soldados tanto no multiplayer quanto no single e possuímos diversas ferramentas um pouco surreais em certos aspectos. Assim podemos caracterizar a franquia como um Arcade de Guerra.
Já BF preza um pouco pelo outro lado, com cenários mais amplos o jogo te induz a ser mais estrategista nas suas ações, visto que qualquer movimento equivocado pode resultar na morte tanto em multiplayer quanto em singleplayer. A franquia desde Battlefield: Bad Company 2 (lançado em 2010) pra cá, tomou um rumo extremamente realista, recriando veículos, terreno e física muito bem. O motor usado, o FrostBite, é extremamente poderoso e cria destruição em seus cenários, o que como dito antes preza pela realidade das situações. Sem dúvidas Battlefield pode ser caracterizado como um Simulador de Guerra.

Qual é melhor?



Não existe possibilidade de determinar qual estilo de jogo é melhor, ambos os últimos lançamentos das franquias foram meio fracos (Call of Duty: Ghosts e Battlefield 4) ou com uma série de bugs irritantes. Mas o histórico, dita jogos extremamente divertidos e com maneiras diferentes de se jogar. 
Digo uma coisa, jogar bem COD e tentar aplicar a estratégia de reflexos rápidos de COD combinada com o estrategismo de BF o torna um jogador extremamente habilidoso no game da EA Games, porém nem sempre isso é recíproco, já que as partidas de Call of Duty não te deixam muitas oportunidades de ser estrategista.
Ambos os jogos possuem formatos multiplayers impecáveis e são extremamente divertidos, cada minuto gasto jogando qualquer um é sem dúvidas um tempo bem gasto, para fãs de FPS, é claro!

O que queremos salientar é que, no lugar de ficar xingando e criticando o jogo oposto da franquia que você joga, tente experimenta-lo também. Isso só aumentará a sua própria diversão!

terça-feira, 27 de maio de 2014

Quanto os PC's ainda estão a frente dos consoles?

Diariamente, presenciamos muito a briga interminável entre fanboys de todos os tipos, infelizmente essa é uma das realidades, pelo menos aqui no Brasil, do cenário gamer na internet.
O recente título lançado para diversas plataformas e que foi muito esperado, Watch Dogs pode nos mostrar as diferenças de uma plataforma versátil como o PC e a de uma de hardware fixo como os consoles. Foram divulgadas imagens do game rodando na resolução 3840 x 2160, a famosa 4K.

Watch Dogs em 4K


Realmente os gráficos mostradas em tais screenshots são incríveis, e obviamente a resolução 4K está bem acima dos 900p e 792p alcançadas pelos consoles PS4 e XOne respectivamente. Com consoles recentemente lançados que não alcançam nem perto do que computadores High End podem alcançar será que o modelo de consoles atual é o ideal para os rápidos avanços da indústria do entretenimento digital?
Sem dúvidas, computadores atualmente são mais caros que consoles, certas GPU's chegam a custar mais que um PS3 por exemplo, mas levando em conta que dentro de pouco tempo teremos tais placas a um preço menor e com capacidade de rodar jogos a 4K por exemplo, será que vale a pena ainda investir em consoles? Ainda mais que um PC após comprado, o Upgrade nele se torna até mais barato do que a compra de um console novo na troca de geração ( sem falar o preço dos títulos).
Na verdade, a ideia da SteamMachine lançada pela Valve é o futuro da indústria dos games, um computador com dimensões pequenas e que todo seu hardware pode ser atualizado, assim, juntamos a praticidade de um console com os upgrades de um PC.
Infelizmente muitas pessoas ainda não estão abertas a ideia da mudança completa no modo que jogamos video game hoje em dia, querendo ou não os consoles nos moldes atuais fazem parte de nós, a grande maioria cresceu junto com eles. A separação seria sim muito difícil, porém, necessária. Unindo a potência gráfica dos computadores e versatilidade dos computadores atuais com a portabilidade e jogabilidade dos consoles teremos um avanço na indústria extremamente rápido pois uma desenvolvedora não ficará presa ao hardware de uma geração lançada 5 ou 6 anos antes e sim aos frequentes upgrades que poderíamos fazer em nossas estações de games.




segunda-feira, 26 de maio de 2014

O que esperar do novo EA UFC ?

Depois de muita espera finalmente estamos nos aproximando da data do próximo game simulador dos combates travados dentro do octógono. EA UFC será lançado dia 17 de junho, apenas para a nova geração de consoles. Mas que evoluções esperar em relação ao último game de MMA UFC Undisputed 3?






Gráficos

É óbvio que sendo um game lançado exclusivamente para XOne e PS4 o salto gráfico entre o título da EA e da falida THQ deveria ser visível. Usando o motor gráfico de Fight Night: Champion, podemos ver que os gráficos do novo título estão incríveis, cada lutador é reproduzido com extremo detalhe e consequências da luta como cortes e suor aparentemente estarão bem evidentes e extremamente detalhados durante o gameplay.


Movimentação

Pelo visto em um único vídeo de gameplay lançado em que mostra uma luta entre Anthony Pettis e José Aldo, a movimentação está sim bem melhor que a de UFC Undisputed 3, porém está longe do que seria considerado "real". Os lutadores ainda serão robóticos, mas o porquê disso é de perfeito entendimento. 
MMA é um esporte de ação frenética, a gama de ações possíveis de se fazer em um octógono é enorme, isso torna muito difícil a reprodução perfeita de tais movimentos. Talvez em próximas edições do game esse fator venha a melhorar, mas não crie esperanças que verá uma movimentação próxima da real.
O que espero é que seja corrigido o fator velocidade dos movimentos do chão que no UFC3 era extremamente falho. Todos os lutadores se movimentavam com uma velocidade muito alta no chão, de forma a deixar o movimento extremamente falso.


Finalizações

Ainda não sabemos como funcionará o sistema de finalizações do novo game da EA Sports. Sem dúvida o desenvolvido pela THQ era extremamente chato e irritante. Além de que o desbalanceamento era gritante, lutadores como Minotauro, Frank Mir, Royce Gracie, Demian Maia entre outros praticantes de BJJ eram capazes de fazer movimentos impossíveis na hora das finalizações, puxando golpes de onde não estava sendo cedida nenhuma entrada por parte do adversário. Espero que agora seja dado uma maior atenção a esse tipo de possibilidade, pois sem dúvidas as finalizações são muito importantes para um bom game de MMA.



Balanceamento

Como estamos falando de um jogo de Esporte, e ainda mais, de um simulador de esporte, é óbvio que teremos lutadores melhores que outros. Porém espero que seja corrigido outra falha da antiga produtora aqui. Quando jogávamos UFC 3 em dificuldades mais altas ( Avançado para cima ) se perdia um pouco o fator da habilidade de cada lutador por parte de máquina, por exemplo: Roy Nelson, é um lutador de trocação, Wanderlei Silva também, agora quando colocávamos lutadores como esses, com baixa habilidade em luta de solo, como nossos adversários em uma dificuldade alta, eles simplesmente ganhavam habilidades no chão, Wanderlei ficava tentando derrubar, Roy Nelson finalizava... isso tira totalmente a cara de simulador, pois deixa de mostrar com realidade a forma de luta de cada um. O certo seria as habilidades de trocação de ambos os lutadores serem apuradas conforme a dificuldade aumenta, e claro um leve aumento em outras áreas. Não quase que uma especialização.

DLC's

Aqui temos um fator um tanto polêmico... Na última edição tivemos pelo menos dois lutadores significativos que foram deixados de fora do jogo no lançamento para serem disponibilizados via DLC posteriormente, são eles: Alistair Overeen e Korean Zombie. Acho difícil que a EA não siga a mesma linha de pensamento da grande maioria das produtoras de hoje em dia. Mercenarismo desanima a todos, e ver algum lutador de certa significância ser deixado de lado apenas visando o lucro posterior é uma vergonha para o mundo games.

Online

Devido a falência da THQ estamos já a algum tempo sem modo online de UFC Undisputed 3. Por isso, esperamos que a EA dedique-se para oferecer a melhor experiência online possível afim de suprir o tempo de falta que tal modo fez a todos os jogadores.

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EA UFC está mostrando que será sim, um grande jogo. Porém devemos entender que o jogo não sairá perfeito pois MMA é um esporte muito difícil de se reproduzir digitalmente.
Esse não é o primeiro game do gênero produzido pela EA, em 2010 tivemos o lançamento do EA MMA, jogo que não fez tanto sucesso, acredito eu, pelo fato de que não levava a bandeira do UFC e sim do extinto e bem menos popular - pelo menos no Brasil - Strikeforce.

EA UFC chegará as lojas no dia 17 de junho para XOne e PS4